Paula Freitas de Almeida, Estudante

Paula Freitas de Almeida

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Sobre mim

Aluna-pesquisadora das relações de trabalho (IE/Unicamp)
Professora de Direito do Trabalho e outras disciplinas correlatas. Doutoranda em Desenvolvimento Econômico (CESIT/IE/Unicamp). Mestra em Filosofia (IFCH/Unicamp). Especialista em Economia do Trabalho e Sindicalismo (CESIT/IE/Unicamp). Especialista em Direito de Estado (UFBA). Bacharela em Direito (UNIJORGE).

Comentários

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Paula Freitas de Almeida, Estudante
Paula Freitas de Almeida
Comentário · há 3 meses
Antes mesmo da existência da Lei Maria da Penha já havia lei para proteção do homem contra a rara, mas possível, agressão da mulher contra ele. Falo da previsão geral de agressão física, que não tem aplicação intra-gênero ou exclusive da relação doméstica. Já que, sociologicamente, os indicadores são de que a lei representa o lugar de fala, no mais das vezes, do homem branco de condição social e cultural mais elevada, a sua regra geral sempre lhe foi mais efetiva (como em qualquer hipótese, comporta exceção); a Lei Maria da Penha sobreveio em razão de, no mundo fático, a efetividade dessa norma ficar comprometida quanto à defesa da mulher vítima de violência doméstica, maxime pelo atraso na tutela. Acertado se dar celeridade a ocorrência da tutela; despicienda a extensão ao homem.
Paula Freitas de Almeida, Estudante
Paula Freitas de Almeida
Comentário · há 5 meses
Olha, meu caro, quem defende bandido é advogado de porta de cadeia, professores de História, Sociologia e Filosofia ensinam as respectivas disciplinas, delas, em especial a história, é focada em conhecer fatos verídicos já passados e vivenciados em um dado lugar e tempo; a capacidade de pensar é ganha pela leitura e construção de um entendimento próprio do significado desses fatos no mundo, que encontram versões para todos os lados - cabe a cada indivíduo, a partir do primeiro acesso que os professores oferecem se aprofundar nas leituras e identificar quais correntes acredita que deve seguir - trata-se de liberdade intelectual. É esse um aprendizado que tive lendo Aristóteles, por recomendação do meu professor de filosofia, quando descobri que o homem é um animal político - do ponto de vista da participação na construção da cidade/sociedade. Não sei até que ponto o filósofo da antiguidade foi, nas suas palavras, defensor de bandido, ou mesmo, em que medida meu professor de filosofia se tornou endeusador de criminoso por me apresentar a Aristóteles, mas, lhe digo uma coisa, foi com a doutrina liberal, iluminista e conservadora que aprendi ser "comunista", pois, é nessa doutrina que se encontra o fundamento da propriedade privada como um bem para todos, com a sua igualdade perante a lei - todos podem ser proprietários, nesses termos, como instrumento de libertação contra as opressões do absolutismo. O fato de ler Marx e Keynes (este último apesar de social democrata vem sendo colocado na vala comum do comunismo) não me impediu de ler Smith e Hayek, mas também o fato de tê-los lido (liberais, sociais democratas e socialistas) me impede de reconhecer a estória de 64 como "revolução", senão como a história de um golpe, de modo que, o terrorismo institucional que fora ali instaurado contra um pseudo-comunismo (no Brasil, não temos a mesma história política da Europa), nada mais foi que institucionalizar tudo isso que você repudia. Repetindo a história, em outros moldes, já que esta nunca se repete tel como antes, elegemos um presidente que faz doutrinação para-militar , que enaltece assassino confesso (assassino covarde ainda por cima, pois é fácil colocar ratos nas entranhas de mulheres com um monte de homem armado as amarrando) e que faz apologia ao uso de armas junto a crianças e adolescentes (inúmeras fotos e vídeos, portanto história devidamente documentada). Desse modo, deixo para reflexão: (1) as suas experiências pessoais com professores de filosofia, sociologia e história, não é ciência, é impressão pessoal e em nada socorre para justificar a desqualificação atribuída pela recente "política pública", ao admitir que as pessoas precisam ler, escrever e fazer conta, é admitir a pior das mortes, a morte intelectual. A capacidade de refletir e criticar é o que nos diferencia de um poste e nos faz capazes de inovar, em todas as áreas; (2) o totalitarismo, que imagino seja a sua referência com Mao, não é privilégio de governo de esquerda. Pode haver governo de direita democrático, governo de esquerda democrático, governo de direita totalitário, governo de esquerda totalitário. No Brasil, por exemplo, tivemos governo de direita totalitário (o Golpe de 64) e o governo de esquerda democrático (não preciso citar nomes, já que foi o único da nossa história). (3) resultados nefastos... é como vejo a perda da capacidade crítica e de reflexão.

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